Seja bem-vindo(a) - 08 de abril de 2026

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Testemunhos

Há mais de 25 anos convivo com enxaqueca crônica. Sempre tive remédios em casa para amenizar aquela dor que começa devagar e vai aumentando, deixando a visão sensível à luz, ao som, a qualquer barulho ou conversa mais alta. Até chegar ao ponto de só o soro na veia aliviar. Quem sofre com enxaqueca sabe. Ficar muito tempo sem comer ataca. Período menstrual ataca. Vento ataca. Fumaça ataca. Eu até brincava que sabia quando era Dia de Finados, porque sempre ventava — eu ia rapidinho rezar e voltava antes que a dor piorasse. Quase perdi o emprego dos meus sonhos por causa disso. No primeiro dia de trabalho, nervosa e querendo aprender tudo, fiquei sem comer. Passei mal, fui levada à UPA e o médico já me colocou no soro. Voltei para casa com orientação de ficar em um quarto escuro. Atestado no primeiro dia… que vergonha. Mas, graças a Deus, entenderam. E permaneci ali por muitos anos.

Em 2025, no início da Quaresma, combinei com meu esposo que iríamos a todas as missas de domingo até a Páscoa. Assim fizemos desde a Quarta-feira de Cinzas. No quarto domingo, ao chegar à Paróquia Santo Agostinho, senti a enxaqueca começando. Eu sabia que iria piorar. Pensei em ir embora. Mas queria tanto cumprir meu propósito… Sentada no banco, olhei para a imagem de Jesus e pedi, em pensamento: “Jesus, me ajuda a ficar na missa hoje? É só um pouquinho. Depois eu tomo remédio.” O padre Eduardo já iniciava a celebração. Fechei os olhos. Quando abri… a dor começou a diminuir. Instantaneamente. Olhei novamente para Jesus e agradeci: “Obrigada, Jesus. Obrigada, obrigada, obrigada.” Fiquei até o final da missa. Saindo, minha filha mandou mensagem pedindo açaí. Fui comprar. No caminho pensei: “Ainda estou sem dor… Que bom, Jesus me deu mais algumas horinhas.” Mas as horinhas viraram dias. Veio o período menstrual — nada de enxaqueca. Veio vento — nada. E eu comentei com meu marido. Contei o que tinha acontecido na igreja. Ele me disse: “Deus não faz obra pela metade.” Naquele momento, entendi. Não era só para aquela missa. Eu tinha sido curada. Me ajoelhei em casa e agradeci muitas vezes. E agradeci também com atitudes: caridade, doações, ajuda a quem precisava. Eu sempre orava pelos outros. Pela saúde dos familiares, pelos amigos. Mas nunca tinha pedido por mim. Aquela dor já era “normal” para mim. Hoje eu sei: nunca estamos sozinhos. Não precisamos apenas “dar um jeito”. Precisamos pedir. Jesus sempre esteve ali. Basta pedir com o coração aberto. “Me ajuda, Jesus.” E Ele ouve. Acredite.

Taise Maximo - Liberdade (Criciúma )

Participei do cerco em 2025, fui 3 dias presenciais e o restante pelo YouTube enquanto trabalhava, no primeiro dia pedi que Deus abençoasse meu emprego, pois estava com dúvidas se era o certo continuar nele e poucas semanas após o Cerco tudo mudou para melhor. Outro pedido era que Deus botasse um parceiro em minha vida com os mesmos propósitos e ideais que os meus, e principalmente respeitasse meus filhos, em novembro ele entrou em minha vida de forma inesperada e aos poucos foi se encaixando na minha vida corrida e cheia de responsabilidades, assumindo essa responsabilidade junto comigo. Só tenho a agradecer por cada graça que Deus vem fazendo na minha vida, e no cerco de 2026 ele irá junto comigo.

Letícia dela vedova Beza - Rio Maina (Criciúma )

Em 2023 engravidei e fiz meu primeiro Cerco com meu presente de Deus no ventre, foi uma gravidez cheia de desafios. Porém sempre em conversa com os padres Vilmar e Eduardo abençoados sempre em oração.

Em 2024 tive meu milagre e me preparei para participar do Cerco junto com ele, porém ele adoeceu e assisti de casa, consegui ir presencialmente apenas 1 noite, muito abençoada. Na sexta-feira do Cerco fomos internados no hospital depois de 2 semanas sem respostas ao tratamento. Lembro que com ajuda e preocupação dos meus compadres, os padres ficaram sabendo e ficaram mais uma vez em oração e eu assistindo as missas dentro do hospital em isolamento, rezando e clamando pela cura e benção do meu bebê com 6 meses na época. Ninguém sabia além da família que o padre orava e na homilia, o padre Antônio Júnior falando do milagres, falou de uma criança que estava no hospital e que logo sairia de lá curado. Era meu bebê, ficamos apenas no sábado no hospital e domingo pela manhã saímos sem exames invasivos ou novas medicações. E ele estava bem.

Em 2025 estamos nos aproximando novamente e todos adoeceram, mais não deixaremos de fazer o Cerco, mesmo que não seja fisicamente, oração e jejum juntos para agradecer nosso milagre.

GABRIELA ROSSO MANENTI - Laranjinha (Criciúma)

Minha Graça foi no Cerco de 2023. Estava grávida de 6 meses, fiz o Cerco pedido a Deus que me abençoasse no restante da minha gravidez e principalmente na hora do meu parto. Minha gravidez foi uma gravidez abençoada, tinha 41 anos e era minha primeira gravidez. Antes de engravidar sempre tive muitos medos referentes a gestação, mas Deus me preparou e durante a gravidez esses medos foram embora e eu só conseguia pensar na bebê. Sempre agradecendo muito a Deus pelo dom da gravidez mas também por me conduzir durante a gestação. No dia 28/02/2024 Emanuelly veio ao mundo, cheia de saúde, linda. Durante minha recuperação da Cesária também fui muito abençoada, Deus cuidou de tudo, consegui amamentar, ela veio perfeita. Um verdadeiro presente de Deus, uma benção. Agradeço a Deus todos os dias pela vida da minha princesa, pela saúde dela, pois quando ela tinha 53 dias foi internada e diagnosticada com Meningite Viral. Mas Deus estava no comando e nos deu o suporte que precisamos daqueles dias que ela estava no hospital. O susto foi grande mas Ele estava junto de nós para nos guiar e nos amparar. Obrigada meu Deus.

Fabiana Belmiro - Wosocris (Criciúma )

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